“Preço é o que o cliente paga, valor é o que ele vivencia
O relacionamento com clientes precisa ser desenvolvido por pessoas qualificadas e motivadas a cumprir a missão da organização. Toda empresa tem uma promessa básica ao seu mercado e, para cumpri-la, precisa de uma competência central que garanta vantagem competitiva, que a torne diferente e especial aos olhos dos clientes. Essa competência precisa garantir a imagem da empresa em todos os mercados em que ela venha a atuar e ainda precisa ser difícil de ser copiada pelas empresas concorrentes.
As organizações podem ser divididas em dois momentos. O primeiro, em que o mais importante era definir um produto e, depois, ver o que deveria ser feito para colocá-lo no mercado. O centro de tudo era o produto. “O cliente compraria de algum jeito.”
As coisas agora se mostram muito diferentes. Sobreviverá aquela organização que tiver realmente o cliente como sua referência maior e estruturar-se em função dele. Tudo o que for desenvolvido deve ter como base os desejos e valores do cliente. Isso exige a ciência exata da competência central da empresa.
A única coisa sagrada nas empresas é a busca constante da exploração, criação e entrega de valor aos clientes.
É questão sine qua non identificar como os valores se alteram com o passar do tempo. Como as pessoas percebem as coisas hoje e como provavelmente perceberão no futuro. Estamos vivendo a geração dos valores. Eles mudam de acordo com os estilos de vida e idade, renda e o modus vivendi das pessoas. O consumidor de hoje vai muito além da decisão racional. Somente conhecendo os valores dos clientes é que a empresa pode definir o seu espectro de competência e persegui-lo de forma constante. Essa realidade exige a definição de estratégias de valor claramente definidas.
Identificados os valores, cabe ao marketing criar benefícios, buscar diferenciais e surpreender as pessoas com aquilo que elas realmente desejam.
É hora de repensar o real papel da organização. As mudanças rápidas do mercado não garantem mais nada. O muito que se foi pode ser totalmente superado hoje. Os valores oferecidos antes podem não ser mais importantes para um grupo novo de consumidores que não quer mais nada a não ser ver atendidas as suas necessidades e desejos, pelos quais, aliás, está disposto a pagar.
Empresas do segmento varejista, produtores industriais, prestadores de serviços, empresas de vendas virtuais, escolas e outros segmentos, em sua grande parte, necessitam rever suas formas de atuação e investigar se realmente o valor que os clientes esperam tem sido o orientador maior de suas decisões e ações.
Kevin Roberts foi muito feliz ao afirmar: “Preço é o que o cliente paga, valor é o que ele vivencia. Mais do que fazer negócios, é necessário oferecer uma experiência prazerosa”.
Competências centrais, mudanças rápidas de mercado, diferenciais nos produtos, estratégias, tudo somente funciona tendo como base os valores dos clientes.
Vários meios, uma ideia, ser original. Vamos "espiar" e compartilhar casos e descasos de marketing, comunicação e o mercado de Eventos promocionais no Brasil, com a ativação de Ações e campanhas que estimulem o relacionamento, no dia a dia; abrangendo tendências e ideias originais, para gerar grande visibilidade.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
DESPERTE OS SENTIDOS
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
PROMOÇÃO + MASS MÍDIA
BRINDES COMO MÍDIA
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